Ifac realiza 1ª Reunião de Análise da Estratégia

O Instituto Federal do Acre (Ifac) realizou a primeira Reunião de Análise da Estratégia (RAE). O encontro, que é um marco no processo de implementação do Planejamento Estratégico, teve o objetivo de avaliar as ações do plano estratégico definido para a instituição. A discussão, que contou com a presença de gestores da Reitoria e dos seis campi do Ifac, foi conduzida pelo consultor e diretor administrativo da empresa Steinbeis – Sibe do Brasil, Fernando Quintans.

“É uma avaliação de como o Planejamento Estratégico está caminhando. É por meio da RAE que conseguimos alterar indicadores, aprovar e ou encerrar projetos, por exemplo. O nosso objetivo é realizar esse encontro de forma trimestral e que seja uma agenda incorporada ao Colégio de Dirigentes, para termos a presença de todos os gestores da instituição”, destaca o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Prodin), Ubiracy Dantas.

De acordo com o pró-reitor é importante que os servidores estejam integrados das ações do Planejamento Estratégico para que a estratégia da instituição seja alcançada. “Primeiramente, é importante que as pessoas sejam comunicadas, tomem conhecimento daquilo que está sendo proposto no Planejamento Estratégico, pois serão os profissionais que formam a instituição os principais atores para que os indicadores sejam gerados”.

Execução das ações

Para compreender como funcionará a execução do Planejamento Estratégico e a realização das RAEs, Ubiracy Dantas os comparou a um sistema vivo. Segundo ele, para que um organismo se mantenha vivo, ele precisa de cuidados. “Imaginemos a organização pública como um sistema vivo. Supondo que este organismo fique doente e passe a dar sinais. Se não forem feitas intervenções necessárias, esses sinais vão se agravar e o corpo ficará doente. O Planejamento Estratégico funciona da mesma maneira. A RAE é o instrumento que vai nos ajudar a perceber os sinais e auxiliar na tomada de decisão sobre quais intervenções precisam ser feitas, para que toda a instituição caminhe sempre para o melhor”.

Indicadores

Atualmente, o Planejamento Estratégico conta com 42 indicadores validados. Conforme explica o pró-reitor, os indicadores são itens que irão garantir o cumprimento adequado da estratégia ao longo dos próximos anos. Ele reforça ainda, que mesmo estando validados, os indicadores são passíveis de alterações.

“A alteração ou exclusão de um indicador deve acontecer sempre que se perceber que este não está conseguindo apontar ações para algo que vai gerar um resultado institucional. A partir daí é importante realizar um trabalho para alteração deste item. Inicialmente a discussão é feita com o setor que está a frente do indicador para se saber qual a relevância de aferição destas informações. Todas as circunstâncias são analisadas. Porém é importante lembrar que a deliberação de inserção, troca ou retirada de indicadores do Planejamento Estratégico será feita em conjunto, durante as RAEs”, reforça Ubiracy Dantas.

Segundo Jefferson Wesley Souza da Silva, que é coordenador de Planejamento, é importante que os servidores do Ifac compreendam que apenas a primeira fase do Planejamento Estratégico foi encerrada. “Terminamos uma primeira etapa. A partir de agora entramos na fase seguinte, que é a execução do Planejamento Estratégico. É importante destacar isso, pois ao longo do último ano definimos um modelo de gestão a ser seguido pelos próximos anos, que conta com reuniões periódicas, indicadores e metas”.

Estratégia

De acordo com a diretora de Planejamento de Gestão, Neiva Feitoza de Oliveira, as RAEs sempre irão partir da avaliação da estratégia. “A estratégia do Ifac foi definida pelo mapa estratégico, com seus objetivos, indicadores e projetos. É importante frisar que sempre existirá esta ligação para execução de qualquer atividade: projetos com indicadores e indicadores com objetivos estratégicos”.

Ubiracy Dantas ainda complementa destacando que a estratégia é caminho que a instituição irá seguir durante os próximos anos. “A estratégia não é algo inflexível, não é uma norma rígida. Ela é um balizador das nossas ações. Hoje, com o Planejamento Estratégico, somos uma instituição que sabemos onde queremos chegar. Nos tornamos uma instituição muito mais madura nesses sentido”.